Quinta-feira, Novembro 19, 2009
DnD Metaaaaallllllll!
Domingo, Novembro 15, 2009
Fantasmas, Mutantes, Zumbis e a Era da Excrotidão!





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Quarta-feira, Novembro 04, 2009
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Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Novo rabisco
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
Era uma vez...

Ok, eu não sabia muito o que esperar de Inglorious Basterds quando fui assistir. Eu sei o que esperar de um filme do Tarantino, e eu sei do que esperar de um filme de Segunda Guerra. Mas eu não sei o que acontece quando os dois se encontram.
E que gostoso descobrir que Tarantino não se entregou a sensibilidade politicamente correta dos demais diretores atuais, que querem sempre mostrar os horrores da guerra e exaltar o heroísmo dos Aliados em cenas épicas de batalha. O tio Quentin faz o SEU filme de guerra. Pra começar, não tem nenhuma batalha épica. O filme se passa na França ocupada pelos nazistas. Logo de cara somos apresentados ao melhor personagem do filme, o nazista “Caçador de Judeus” Hans Landa (Christoph Waltz, ator austríaco que pra mim já merece um Oscar). Longe de mim simpatizar com um nazista, mas é o carisma vilanesco que faz dele genial. É o cara que senta e conversa contigo numa boa antes de cometer alguma atrocidade... como 90% da galeria de personagens de Tarantino. No capítulo 1, além de sermos introduzidos ao vilão, também temos o começo da história de Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), uma judia que presencia o massacre de sua família e foge para 4 anos mais tarde reaparecer com uma nova identidade, e dona de um cinema (que servirá de palco para o clímax do filme).
Após esta tensa introdução, temos outra, mostrando o grupo de soldados judeus, comandados pelo Tenente Aldo Raine (Brad Pitt, completamente caricato e genial), conhecidos como Bastardos, em sua “missão” de colecionar escalpos de nazistas na França ocupada. Mais tarde o esquadrão se junta à atriz alemã e agente infiltrada Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. E os destinos convergem para o cinema onde Shosanna está planejando a sua própria vingança.
O filme possui poucas cenas de ação e muitos diálogos (é Tarantino, duh!). E se concentra bastante na qualidade do elenco. Do grupo do Ten. Raine, vale destacar dois membros muito fodas. Como dessa vez Tarantino não atua no seu próprio filme, como costumava fazer, ele coloca seu amigo Eli Roth (diretor de O Albergue), como Sgt. Donny Donowitz, conhecido como “Urso Judeu”, especializado em matar nazistas com um taco de beisebol. O outro destaque é Til Schweiger como o Sgt. Hugo Stiglitz, um soldado alemão renegado... e meio psicopata... que tem em seu currículo dezenas de mortes de membros da Gestapo.
O próprio Pitt não chega a roubar nenhuma cena (todas elas foram já devidamente clamadas pelo vilão Hans Landa), mas posso destacar uma em que ele precisa se disfarçar e tenta arranhar alguma coisa em italiano com aquele sotaque fortíssimo de red neck do Tennesse. É de fazer uma cena que seria tensa, a coisa mais cômica do mundo. O filme também tem uma breve participação de Mike Mayers (irreconhecível como General Ed Fenech, da Força Aérea Britânica). O papel é pequeno, mas já solta uma das pérolas da película: "We have all our rotten eggs in one basket..the objective of the operation: blow up the basket". Outra participação, não creditada, é de Samuel L. Jackson (o arroz de festa), como a voz do narrador.
Bem, é isso. Filme foda, diálogos maravilhosos servindo para construir situações pra lá de tensas, personagens memoráveis, bela fotografia, violência tarantinesca e um final... que eu não vou contar, obviamente, mas nas palavras do Professor Farnsworth naquele memorável episódio de Futurama em que eles voltam no tempo até a Área 51: “SCREW HISTORY!”
T+
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Terça-feira, Outubro 06, 2009
VGL 2009







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Terça-feira, Setembro 22, 2009
Novo desenho...
Saiu rápido esse. Durante a hora de almoço no trabalho... e uns 15 minutinhos além... shhhhhhhh! Cliquem para ampliar.
T+
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Domingo, Setembro 20, 2009
Momento EU QUEEEEEEEEEEEEERO, MÃE!

Box art de Modern Warfare 2: Veteran Edition. Só tenho medo de encomendar e ficar preso na alfândega por causa do boneco. Acho mais seguro pegar a versão de pobre.
T+
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Sábado, Setembro 12, 2009
ESQUILO!

Como prometido, fui cumprir meu dever cívico de animador e assisti Up no cinema. Nenhum filme da Pixar deve passar em branco. E mais uma vez, o estúdio do tio Lasseter não desaponta e faz um filmaço, que nota-se que foi feito pra ser bom de roteiro e não apenas fazer dar risadas como a maioria das produções por aí.
Embora eu só tenha elogios rasgados, Up não é o melhor filme do estúdio, ao menos pra mim. Wall-E, Ratatouille e Os Incríveis seguem imbatíveis e, logo atrás deles, Procurando Nemo e Monstros S.A.
Em Up vemos a história do menino sonhador Carl Fredricksen que conhece uma menina mais sonhadora ainda, Ellie, e se apaixona. Os dois se casam e passam a vida inteira juntos, até que Ellie, já velhinha, morre deixando Carl um viúvo amargurado, e o seu sonho de infância de viver grandes aventuras na América do Sul, seguindo os passos de um ídolo dos dois, sem ser realizado.
Essa parte é contada nos primeiros minutos do filme e é de fazer qualquer marmanjo lacrimejar. Coisa que só a Pixar sabe fazer.
Depois daí, a história começa de fato. O velhinho mal-humorado Carl Fredricksen, ameaçado de ter sua casa (de altíssimo valor sentimental) tomada e de ser jogado num asilo, liga um tremendo de um foda-se para o mundo, amarra trocendo milhares de balões na sua residência, levanta vôo (no melhor estilo voa, padre, voa) e decide rumar para o paraíso das cachoeiras na América do Sul, em homenagem póstuma à sua amada. Ele só não esperava ter um caronista indesejado, o jovem escoteiro, super-entusiasmado, Russel. Então a inusitada dupla está formada e a aventura começa.
Up foi dirigido por Pete Docter, que também comandou Monstros S.A. e foi o segundo cara a ser contratado como animador nos primórdios da Pixar, quando ela estava apenas fazendo curtas e comerciais. A co-direção foi de Bob Peterson, outro cara que manda muito e que fez a voz do cachorro Dug, da Roz (a velha chata do Monstros) e, vejam só, do velho Geri, do curta Geri's Game.
Faaaaalando em curta... tenho uma reclamação a fazer. Não sei se foi só nas salas 3D, ou é geral, mas CADÊ A PORRA DO CURTA QUE DEVERIA TER NO INÍCIO? CARAAAAAAALÊO! Já tinha assistido o Partly Cloudy na internet, mas esperava para vê-lo na tela grande. E nááááááádegas. Shame on you cinemas do Brasil. Não se corta os curtas da Pixar por motivo NENHUM nesse planeta. Má nééééém como último desejo do Papa. É um crime punido com a morte. O filho duma égua manca que mandou cortar, tem a mãe na zona, puta rampeira dos infernos.
Bem, vocês podem assistir o curtinha aqui. A direção é do animador Peter Sohn.
T+
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Sexta-feira, Setembro 11, 2009
Novo rabisco...
Eu ando em falta com o blog (maldito Twitter). To devendo aí uma resenha do Up que assistirei amanhã, mas se é Pixar, nem precisa esperar pela minha opinião. Vai sem medo que é bom.

Como alguns já sabe, joguei, terminei e estou até jogando de novo Batman Arkham Asylum, de longe o melhor jogo de super-herói ever. Parabéns aí ao pessoal da Rocksteady que veio do nada pra mostrar como se faz um game licenciado. Agora corre atrás do preju, Marvel. Pede pro Mickey liberar uma grana pra um jogo bom do Homem-Aranha.
E, outra boa surpresa esta sendo o novo Wolfenstein. Não é nenhum Batman, mas se mostrou muito divertido. Headshot em nazista/ocultista/bicho feio dos infernos é muito legal. Gráficos decentes, mas nada demais se você comparar com os jogos mais novos. O que eu estou mesmo esperando da ID é Rage, que promete ser um Fallout 3 com esteróides.
E mês que vem eu compro pro PS3 Uncharted 2 - Among Thieves, jogo que... PUTAQUEPARIU... tá bem feito para caraaaaaalêo.
E em novembro, Modern Warfare 2... aí meu bolso. Bem, ao menos onde eu trabalho vai produzir um filme então é emprego assegurado até 2011 (e 2010 vai ser o ano da chibata).
T+
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